A Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba desmente rumores de que o influenciador Hytalo Santos, detido por exploração sexual, teria usado um aparelho em seu presídio. A nota oficial enfatiza as revistas de rotina realizadas na unidade.
A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB) emitiu um comunicado na quinta-feira (3). O órgão negou que o influenciador digital Hytalo Santos tenha utilizado um celular dentro da Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega.
Conhecida popularmente como Presídio do Roger, a unidade fica localizada na cidade de João Pessoa. A confirmação negativa veio após rumores ganharem força nas redes sociais.
Detalhes sobre a prisão e a resposta oficial
O documento oficial da secretaria foi necessário para conter a especulação pública. A Seap-PB afirmou que as informações sobre o uso do aparelho são incorretas.
- Hytalo Santos está preso desde agosto de 2025 por exploração sexual de adolescentes.
- O incidente suposto teria ocorrido na cela destinada à população LGBTQIA+.
- A secretaria garantiu que não houve uso de celular na cela do influenciador.
- Foram realizadas revistas periódicas para coibir materiais ilícitos na penitenciária.
- Rótulos de segurança são seguidos para evitar a entrada de aparelhos.
A Seap-PB reforçou que a unidade prisional cumpre rigorosamente os protocolos de segurança. Isso inclui rondas constantes e procedimentos de revista, com o objetivo de prevenir a entrada de celulares e outros itens proibidos.
Além da negativa, o comunicado detalhou as medidas preventivas adotadas pela administração do presídio. Essas ações garantem a ordem e a segurança dentro do estabelecimento penal.
Leilão de bens e novas condenações no caso
No início de agosto, a situação jurídica de Hytalo ganhou um novo capítulo importante. A Justiça da Paraíba determinou a realização de um leilão dos veículos apreendidos do blogueiro.
Cinco veículos de luxo foram leiloados no dia 31 de agosto. A venda somou um valor total de R$ 4,8 milhões, servindo para garantir recursos para um eventual pagamento de indenização.
Os recursos obtidos visam cobrir uma possível indenização por dano moral coletivo, conforme decidido pelos tribunais da Paraíba. O processo segue em andamento com foco na reparação dos danos.
Hytalo também recebeu outra condenação recente, desta vez por assédio a ex-seguranças. A Justiça determinou que ele pague R$ 60 mil por danos morais referentes a essa conduta.

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